A cidade de Nova Iguaçu vive, mais uma vez, o tempo dos festejos em honra a Santo Antônio, padroeiro da Diocese e do município. Entre os dias 31 de maio e 14 de junho, os fiéis são convidados a participar das celebrações promovidas na Catedral de Santo Antônio de Jacutinga e pela Paróquia Santo Antônio da Prata, duas comunidades que preservam uma das mais antigas expressões de fé da Baixada Fluminense.
A devoção a Santo Antônio acompanha a história da cidade há mais de 160 anos, desde os tempos em que Nova Iguaçu ainda era conhecida como Maxambomba. Ao longo das gerações, a festa do padroeiro tornou-se um marco religioso e cultural, reunindo famílias, devotos e peregrinos em momentos de oração, convivência e solidariedade.
Na Catedral Diocesana, os festejos têm como tema “Santo Antônio, restaurador da paz, rogai por nós!”. A programação inclui o trezenário entre os dias 31 de maio e 12 de junho, sempre às 19h, culminando no dia 13 de junho, solenidade do padroeiro. Ao longo do dia serão celebradas missas festivas às 6h, 8h, 12h, 14h, 16h, 20h e 21h30. A Missa Diocesana será presidida às 10h, seguida da tradicional procissão às 17h e da missa solene com os devotos às 18h. A programação também conta com a festa popular, realizada entre os dias 11 e 14 de junho.
Já na Paróquia Santo Antônio da Prata, cuja história remonta ao início do século XIX, a comunidade celebrará o padroeiro com o tema “Santo Antônio, santo do pão partilhado e do amor”. O trezenário será realizado de 31 de maio a 12 de junho, às 19h. No dia 13, haverá missas às 7h, 9h, 11h, 16h, 19h e 21h, além da procissão pelas ruas do bairro às 17h. A tradicional festa popular também integra a programação.
Para o bispo de Nova Iguaçu, Dom Gilson Andrade, a devoção ao santo ultrapassa gerações e permanece atual diante dos desafios do mundo contemporâneo.
“Sua devoção é patrimônio de nossa cidade e ele é padroeiro de nossa Diocese. Sua vida e missão nos inspiram, sua intercessão nos protege. Quem foi Santo Antônio? Um santo que viveu em outro século, na Idade Média, mas a luz de sua fé ainda hoje nos alcança e nos enche de alegria e de esperança. Tanto hoje como ontem, ele compartilha as dores do nosso tempo, os desafios de dentro e de fora da Igreja, e nos convida, a seu exemplo, a termos coragem de ser sinal de esperança pela força da fé e do amor a Deus e aos irmãos.”
Dom Gilson destaca ainda que Santo Antônio permanece como um exemplo de discípulo apaixonado pela Palavra de Deus: “Foi pela Palavra de Deus que ele se deixou guiar pelos caminhos conhecidos e desconhecidos. E também pela força dessa Palavra alcançou os corações, tornando Jesus vivo e próximo das pessoas de seu tempo.”
Conhecido popularmente como o santo dos pobres, dos casamentos e do pão partilhado, Santo Antônio continua atraindo multidões por seu testemunho de vida, sua profunda dedicação ao Evangelho e sua sensibilidade diante das necessidades do povo. Em Nova Iguaçu, sua festa permanece como um convite à renovação da fé, ao compromisso com a caridade e à construção da esperança.
Ao celebrar o padroeiro da Diocese e da cidade, os fiéis renovam uma tradição que atravessa gerações e mantém viva a memória de um santo que continua apontando para Cristo, fonte da verdadeira paz e da esperança que não decepciona.
Confira a programação completa:
Catedral
Prata







Agência Hesed.